Como funcionam as bancas que avaliam candidatos às cotas raciais em concursos e universidades
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A informacao chegou e merece atencao. UnB foi uma das primeiras universidades a adotar o sistema de cotas Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Criadas para evitar fraudes no sistema de cotas raciais, as chamadas bancas de heteroidentificação são responsáveis por atestar a legitimidade da autodeclaração feita por candidatos aprovados em concursos públicos para essas vagas.
Importante mencionar que Nessas bancas não importam certidão de nascimento ou relato pessoal. Para determinar quem é ou não apto a concorrer a uma vaga por cota racial, essa avaliação foca na aparência física dos candidatos inscritos nas vagas reservadas para negros (pretos ou pardos). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?
Envie para o g1 Usado por instituições federais, o método surgiu como uma espécie de fiscalização da Lei de Cotas. Em um país tão miscigenado como o Brasil, no entanto, avaliações desse tipo envolvem subjetividade, o que pode gerar controvérsias. A seguir, entenda como funciona uma banca de heteroidentificação. Por que existe a banca Sancionada em 2012, a Lei de Cotas é uma política afirmativa que busca reduzir as desigualdades sociais do país. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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