Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada pelo governo Trump
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Árbitro somali Omar Abdulkadir Artan em foto de janeiro de 2024.
Segundo apurado, Kenzo Tribouillard/AFP Omar Artan, árbitro da Somália escalado para trabalhar na Copa do Mundo de futebol, teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo governo Trump, informou nesta segunda-feira (8) uma autoridade do país africano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Ainda não se sabe os motivos dessa expulsão, já que Artan possuía visto válido, disse Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes somali, à agência de notícias AFP. A Somália é um dos vários países cujos cidadãos estão sujeitos a uma proibição de viagem aos Estados Unidos, imposta pelo governo de Donald Trump.
Artan "é um dos árbitros mais respeitados da África e (...) negar sua entrada nos Estados Unidos e impedi-lo de trabalhar (...) prejudica não apenas a ele pessoalmente, mas também mina o compromisso do futebol com a equidade, o mérito e o espírito de fair play", lamentou Abshir. "A comunidade do futebol deve apoiá-lo neste momento difícil", acrescentou o assessor, que é ex-capitão da seleção da Somália. Agora no g1 O governo Trump não havia se manifestado publicamente sobre o caso até a última atualização desta reportagem. Omar Artan seria o primeiro árbitro somali a apitar jogos de Copa do Mundo. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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