Suprema Corte dos EUA limita 'Lei dos Direitos de Voto'; decisão pode afetar distritos com maioria negra ou latina
A novidade esta movimentando o setor. Suprema Corte dos EUA AP Photo/Rahmat Gul A maioria conservadora da Suprema Corte dos Estados Unidos concedeu nesta quarta-feira (29) a maior vitória até agora aos republicanos na disputa contínua quadro">entenda-a-piada-470681/" title="'Se não fosse por nós, os EUA falariam francês': entenda a piada feita pelo rei ">pelo controle da Câmara dos Representantes e dos governos estaduais em todo o país.
Importante mencionar que A decisão por 6 votos a 3 praticamente esvaziou a exigência da Lei dos Direitos de Voto de que os distritos sejam desenhados de forma a dar aos eleitores de minorias a chance de eleger representantes de sua escolha. Guerra dos mapas: a batalha política nos EUA que pode fortalecer ou enfraquecer Trump Um efeito prático dessa exigência era a proteção de distritos com minorias que votam de forma constante nos democratas, mesmo em estados fortemente republicanos onde legisladores poderiam favorecer o Partido Republicano. Com essa exigência agora praticamente eliminada, legisladores republicanos em todo o país — especialmente no Sul — passam a ter mais liberdade para eliminar distritos com tendência democrata e assim aumentar o número de cadeiras, visando manter o controle da Câmara.
Há mais de uma dúzia desses assentos em estados controlados pelos republicanos. Logo após a decisão, republicanos passaram a pressionar pela revisão dos mapas eleitorais no Alabama, Louisiana, Tennessee e outros estados. O desafio imediato é que a decisão foi tomada bem depois dos prazos de registro para as eleições primárias deste ano — e, em alguns casos, depois da realização dessas primárias. Isso significa que as cédulas já estão definidas e, em alguns estados, a votação antecipada e por correio já começou. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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