Ciência, tecnologia e ancestralidade: por que essa mistura de saberes pode ajudar a preservar a biodiversidade
Veja o que foi divulgado recentemente. Os saberes ancestrais dos povos originários do Brasil foram representados ontem no Web Summit Rio 2026 pela deputada federal Sonia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas.
Importante mencionar que Ela participou do painel “A crise da biodiversidade é uma crise empresarial”, com o climatologista Carlos Nobre e Felipe Villela, diretor para a América Latina do prêmio The Earthshot Prize. Créditos de carbono: o capitalismo e os bilhões das big techs podem salvar a Amazônia? Investimento de US$ 550 milhões: Prefeitura anuncia expansão de hub de data centers Os três falaram sobre como a acelerada evolução tecnológica e do conhecimento científico que testemunhamos hoje pode ser integrada ao conhecimento de povos indígenas acumulado por gerações em favor da proteção do meio ambiente e que se materializa na grandeza da própria Floresta Amazônica.
O jornalista Márcio Gomes conversa com o climatologista Carlos Nobre, Felipe Villela e Sonia Guajajara Nelson ALMEIDA / AFP O âncora da CNN Brasil, Márcio Gomes, que conduziu a sessão lembrou que Carlos Nobre foi o primeiro a alertar sobre os riscos enfrentados pela Floresta Amazônica, com o avanço do desmatamento sem controle, apesar da desaceleração recente. O cientista atualizou a situação alarmante sobre um bioma essencial para o equilíbrio climático de todo o planeta: O que a mineração tem a ver com o futuro da IA? Tudo, diz líder de empresa que inova no setor — Felizmente, em praticamente todos os países amazônicos tivemos uma grande redução de desmatamento desde 2023. Em 2025, chegamos a reduzir 60% do desmatamento em toda a Amazônia, e mais de 50% da Amazônia brasileira. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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