DPE dá prazo de cinco dias para Sesma explicar falta de anestesistas em Belém
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Sem salários, anestesistas param atividades em Belém e Defensoria cobra explicações A Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE) estabeleceu um prazo de cinco dias úteis para que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) preste esclarecimentos sobre a greve de anestesistas em Belém.
Vale destacar que A paralisação afeta hospitais da rede municipal e unidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a Sociedade de Trabalho dos Anestesiologistas do Pará (Stap), cerca de 120 profissionais aderiram ao movimento, iniciado em 1º de junho, devido a atrasos nos pagamentos. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp A falta de médicos resultou na suspensão de cirurgias eletivas no Hospital Ordem Terceira, Hospital Maradei, Beneficência Portuguesa e no Pronto-Socorro Municipal do Guamá.
O g1 solicitou um posicionamento à Sesma, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. Fachada do Pronto Socorro Municipal da 14 de Março (PSM), em Belém. Cristino Martins / OLiberal No ofício enviado à Sesma, o Núcleo de Atendimento Especializado da Criança e do Adolescente (Naeca) da DPE exige informações detalhadas sobre os débitos pendentes, o número de procedimentos cancelados e as medidas administrativas adotadas para regularizar os serviços. Crise se estende a outras áreas Além das cirurgias eletivas, a crise atinge a porta de entrada da urgência e emergência. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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