'Era como se a casa pudesse machucar a gente': o empreendedorismo social que transforma moradia em dignidade no RN
Confira os detalhes que estao repercutindo. Fernanda Silmara transformou a própria experiência em um projeto de impacto social Pedro Trindade/Inter TV Cabugi O barulho da chuva não era apenas som dentro da casa da potiguar Fernanda Silmara.
Vale destacar que Quando começava a chover, a família arrastava colchões, desviava baldes das goteiras e tentava proteger o pouco que tinha da água que atravessava o telhado. “Não era vergonha de ser pobre”, relembra ela, hoje com 30 anos. “Era vergonha do mofo, do cheiro forte e das goteiras.
Era como se, a qualquer momento, aquela casa pudesse machucar a gente”, lembra Fernanda, que se formou em engenharia civil. Mas essa forma de se relacionar com o ambiente onde vivia mudou em 2017, quando a própria casa foi reformada. “Foi aí que comecei a entender que construção civil não é só obra. É transformação social”, diz. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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