Durigan chama classificação de PCC e CV como terroristas de ataque eleitoral e diz que vai prejudicar economia
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Ataque eleitoral vai prejudicar economia brasileira, diz Durigan Em sua primeira manifestação após os Estados Unidos classificarem o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a decisão pode trazer impactos negativos para a economia brasileira.
De acordo com informacoes, "Nós estamos aqui preocupados em proteger a população, seja das organizações criminosas, seja desse ataque eleitoral, travestido de ato de designação, que não cabe e vai prejudicar a economia brasileira, prejudicar as famílias brasileiras", afirmou Durigan em entrevista à GloboNews nesta sexta-feira (29). Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "Cabe ao governo brasileiro, mais uma vez, como foi feito no tarifaço do ano passado, dar um passo à frente e proteger o nosso sistema financeiro, que pode ser o primeiro afetado, mas também os nossos empresários e as famílias brasileiras", continuou. A decisão dos Estados Unidos foi anunciada nesta quinta-feira (28), dois dias após o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Segundo o parlamentar, Rubio se mostrou favorável à classificação das facções brasileiras como organizações terroristas. 'O PIX é uma infraestrutura soberana do Brasil', afirmou Durigan Durigan também comentou os possíveis efeitos da medida sobre o PIX, reforçando a posição já manifestada pelo governo em nota divulgada mais cedo. "Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros", disse o governo. LEIA TAMBÉM Presidente critica Flávio: 'Não tem vergonha de trair a pátria e pedir intervenção' Série da GloboNews revela expansão do PCC e infiltração no Estado 🎧 O ASSUNTO: o combate ao crime com reclassificação de facções O ministro afirmou que críticas e questionamentos internacionais ao sistema de pagamentos instantâneos brasileiro são frequentemente motivados por empresas estrangeiras que perderam receitas com a redução dos custos de intermediação financeira. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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